Ola ! eu tenho 26 anos e moro em Cabo Frio (Rio de Janeiro). Minha historia começa quando eu tinha 14 anos ,e conheci o amor da minha vida e tenho certeza que foi Deus que colocou ela em meu caminho. Vivemos intensamente curtindo um ao outro e com dois anos de namoro eu passei na prova da marinha,o que fez eu conhecer mundos diferentes, e cada vez me distanciando de meu amor. Assim namoramos por mais sete ano ate que um dia o destino tirou de mim aquela que eu achava ser o grande amor da minha vida. A partir desse momento eu comecei a viver intensamente os riscos dessa vida saindo na noitada curtindo varias mulheres e ao mesmo tempo não tendo nenhuma e bebendo para tentar esquecer meu passado e continuei assim perdido, tropeçando aqui e ali… Ao mesmo tempo que tinha tudo eu olhava para traz e via que não tinha nada. Até que um dia a trama do destino me fez viver novamente.
Estava em casa triste e um amigo me vendo na quela situação me chamou para sair e paramos na padaria para fazer um lanche. Parei o carro enfrente a uma clinica numa vaga de deficiente “olha como Deus escreve certo com linhas tortas”. Um grande amigo que trabalha comigo fazia estagio na quela clinica e reconheceu meu carro parado em local proibido e correu ate o meu carro e me avisou que ali não poderia estacionar por que eu iria ser multado. Me distrai conversando com ele ,quando olhei para dentro da clinica vi um anjo com um belo sorriso e uns olhos que traziam esperança e paz no olhar. Fui para casa sem imaginar que aquele anjo avia me escolhido e meu telefone toca era meu amigo da clinica dizendo que alguem queria me conhecer. Meu coração disparou e eu não entendi o que estava acontecendo. Uma semana depois tomei coragem e resolvi ligar para ela e marcar um encontro. Dai então esse anjo me resgatou , nos casamos e agora sei realmente o que é o amor !! Essa é minha vida essa é minha historia.
História do Felipe Alves de Araujo
8 de novembro de 2010História do Anderson Santana de Souza
3 de novembro de 2010Bem, minha historia se passou a uns 15 anos atrás, em meu 1.Tipo foi em meio ao um desse rits da introdução que tudo começou… Era um raifai muitos hoje não sabem o que significa… as coisas evoluem né..
Então a festa tava show de bola no começo como sempre um copinho na mão marra de pley e vamos que vamos, e hora foi passando e cheguei em uma garota, ela por sinal tava mais que afim, falei pra galera anota ae rapaziada e já volto! Nossa não tinha noção do que me esperava… dei uns beijos antes de sairmos da casa e fomas para um local mas reservado. Era uma rua escura com muitas arvores, ótimo. Era o que precisávamos e ficar por la um tempinho… Quando saiu um doido do meio do mato com uma causa na mão desesperado gritando muito que a formiga tava matando ele rsrsrs , era muita formiga coitado o cara quase morreu te tanta picada de formiga laaaaa mesmo, tipo come que ele que encosto na arvore as belas formigas foram primeiro nele e o sacerau todo rsrsrs, O doido acabou com minha noite… a menina nunca mais eu vi e o cara ficou meu amigo por um bom tempo…
História do Paulo Victor Ribeiro dos Santos
3 de novembro de 2010Bom pessoal, sempre gostei de fazenda. Quando criança meus primos e eu passávamos vários finais de semana andando de cavalo, pescando, tirando leite de vaca, fazendo queijo, tomávamos banho de chuva e muito mais. Criança da cidade quando vai pra lugar tranqüilo sempre arruma uma forma de botar a energia pra fora não é verdade?
Com a gente não foi diferente, logo que chegamos na fazendo as 6h am em um feriado de semana santa, tivemos a noticia que um tio muito “gozador” tinha saído bêbado pra pescar na noite anterior e não tinha voltado ainda. Fomos atrás dele e o encontramos dormindo em baixo de uma arvore na beira de um ribeirão, vara de pescar pra um lado, garrafa de pinga pro outro e decidimos que faríamos uma brincadeirinha. Fomos correndo ate a sede da fazenda, pegamos um ovo e separamos só a clara, fomos ate o ribeirão, abrimos a calca do dorminhoco e passamos clara de ovo no trazeiro dele, deixamos a calca dele meio abaixada e meio vestida e voltamos pra esperar a reação dele. Nunca ficamos tao ansiosos pra ver a reação de uma pessoa antes. VALEU MUITO A PENA. nosso tio chegou na fazenda enfurecido e perguntando:
_ Quem passou no ribeirão ontem a noite? QUEM?
quando perguntávamos “por que?” ele respondia; – “NADA NAO” e continuava a perguntar:
_ Quem passou no ribeirão ontem a noite??? HEIN ?!?!?!
Não podíamos fazer outra coisa a não ser rir muito.
Nesse mesmo dia, choveu muito, e fomos nos (4 primos) escorregar no morro onde tinha uma “grama” bem verdinha, começamos a nos sujar de barro e um infeliz teve a triste ideia de pegar um pedacinho de COCO DE VACA e tacar em mim, juro que não teria iniciado tal guerra, se não tivessem me atacado merda na cabeça. A coisa começou no pasto e foi parar no curral. Não tinha merda dura, a final de contas, chovia muito. Quando tínhamos nos transformados em verdadeiros bonecos de merda, resolvemos dividir em dois times (2 para cada lado), dividimos o curral no meio e dava-se inicio a primeira (e única conhecida pela nossa família) GUERRA DE COCO DE VACA! Sinceramente, foi emocionante enquanto não nos descobriram, depois que os adultos viram a MERDA que estávamos fazendo, ficou cada um de castigo em um quarto e estava declarado o fim da guerra mais diferente de todos os tempo ( e o fim do feriadão também).
Bom pessoal essa e uma de minhas historias. Espero que valha alguns votos.
História do Luiz Fernando da Silva Oliveira
3 de novembro de 2010Game Over
Quando tinha 6 anos (1985) ganhei um Atari usado de um tio que não tinha mais idade para jogar. Minha vó não deixava eu jogar na tv, ela sempre falava que estragava o tubo da tv, queimaria e tudo mais. Em 1991 minha mãe arrumou uma tv para eu poder jogar meu super Atari, que estava guardado há 6 anos a espera de uma tv. Só teve um pequeno probleminha, o Atari apenas não funcionou. Aff… 2010, não gosto de vídeo games.
Essa é a minha historia.
História do Tetsuo Takita
29 de outubro de 2010Lembro de um dia mamãe salvou uma borboleta na praia e cantarmos “Asa branca” de Luiz Gonzaga que tinha tudo a ver com aquele momento e “o tempo passa”.
E chorei aos três anos, num determinado dia quando mamãe foi cortar meu cabelo estilo capacete ou índio Aritana e sem querer e sem bala ‘fisgutou’ ( termo inventado no futuro pelo Fisguto, filho do pedreiro ao fisgar um peixe em “Fishing Derby” do ATARI e que tomo a liberdade de usar agora ) um pedacinho da minha orelha.
Tenho uma foto com a Melissa minha irmã (mamãe batizou-a antes da famosa sandália, ok? ) na mobilete de mamãe – onde mais tarde eu queimaria a perna ao descer… onde também mais tarde meu padrasto com dezesseis anos se esborracharia ao tentar pilotar a mesma.
Mamãe andava no meio fio da calcada da praia, onde hoje não da mais porque tem quiosques. Chegou a sair no jornal da época. Com a manchete : ‘Mãe maluca arrisca a segurança de suas próprias crianças.’
As vezes eu a chamava : – mamãe maluca!
Uma vez ela matou uma cobra acho que jibóia e saiu de mobilete pela orla mostrando pra todo mundo o feito. Mais tarde pegou um polvo rosa com a mão e fez uma deliciosa maionese.
Ao lado de casa havia uma casa mal-assombrada.
Que emoção!
Talvez por isso tenha tido o pesadelo da boneca de vitrine e o ferro de passar roupas vivo a me perseguir até debaixo da mesa.
Eu gostava muito da musica “Aquarela do Brasil”.
Em casa havia “Sitio do Pica-Pau Amarelo”, bolinho de chuva, minha irma e as festinhas no jardim de infância e bolo de mamãe com esferinhas prata e pêssego alem de outras variações como o de cobertura e recheio de pudim Medeiros criado por ela muito tempo depois no futuro.
Sem puxa-saquismo mamãe cozinha excepcionalmente bem.
Tem que ver seu frango assado com recheio especial.
Morei quase em todos endereços de Balneário de Camboriú SC, brincadeira! Éque mudavamos muito.
Bati fotos com a baba Cida do olho de vidro, minha irmãzinha sorrindo ao meu lado em cima do muro e eu chorando com medo de cair. Eu também chorava nas modalidades com grilo ou gafanhoto, nas “quero ir pra casa”, “não quero ir embora” e as vezes diz minha irma ate pelo pouso uninvited de uma pequena mosca, ate, mas pelo menos não batia o pé no chão de manha querendo alguma coisa no supermercado… Não, porque mamãe usava para nos o método bíblico varinha da disciplina.
Outras lembranças minhas anos 80, Picole aspiral da Kibon ou Gelato “da mio Cornetto” . Coca-Cola, isso ai. Chuva tempestuosa, tempestade e os gatinhos de massinha na tv cantando “pinti pun, pinti pun, nhaunhaunhaunhaunhau.”
História da Rosana Rafaela Ferreira Maia Fleury
28 de outubro de 2010Minha história não é minha! É dos meus pais. Ainda novos e namorados foram viajar com mais um primo para Saquarema – RJ. Meu pai, minha mãe e o primo do meu pai. Viagem foi longa, mas chegaram! Eles iam pra uma casa de outro primo… Enfim encontraram o condomínio, mas quem disse que na Madrugada encontraram a casa do primo? Quem disse também que na época existia celular para saber se localizar? Na época era como no ditado “quem tem boca vai a Roma” (O ditado na verdade é ‘quem tem boca vaia Roma’, mas isso é outra história!). Então na madrugada fria de Saquarema dentro de um condomínio perdido, como pedir ajuda alguém? Eles resolveram andar até encontrar uma casa com luz ligada, andaram, andaram e enfim encontraram aquela luz no fim do túnel, aproximaram-se e chamaram:
- Ei tem alguém ae?
Responderam: – Pode entrar, pode entrar.
- Pode mesmo entrar? Só quero uma informação.
- Pode entrar, pode entrar – Retrucaram.
Com tantos pedidos eles entraram e tiveram uma surpresa!
- Pode entrar, pode entrar – Dizia o papagaio!
Essa história levou boas risadas para os amigos dos meus pais e hoje traz boas risadas para meus amigos, além de terem ficado perdidos de madrugada, quando pensaram que iam ter ajuda, era um papagaio que conversava com eles! Ficaram sem informação e com cara de tachos (hauuauauauahuhsua)! Tiveram que esperar amanhecer para achar o lugar que procuravam.
História do João Victor Marques Araújo Correia
25 de outubro de 2010Olha, essa foi uma historia real.
Dia 15/10/2005 eu e meu avô fomos pescar perto de casa. Conversa vai, conversa vem, pegamos uns 15 peixes. Não era bem nosso dia… Nós estávamos indo embora quando derrepente vem uma onça pintada! Ai do outro lado vem outra e meu vô tava armado… Só que com uma bala só! Então ele deu o sinal para min e eu tava com um faca… Ele atirou eu parti a bala em duas com a faca e elas morreram! Eu fui lá ver se elas tinham morrido e uma ainda consegui me dar uma unhada.. Eu tenho até hoje a marca no meu rosto essa foi a minha historia mais da ora .
História do Ramon Lus Correia de Souza
25 de outubro de 2010Era uma sexta feira dia de Balada. Meu pai tava trabalhando e não podia me pegar na festa. Fui com o carro dele tomei um belo porre. Sai com o carro e bati, deu um troço bravo! Fiquei um tempo sem sair e dirigir…
História do Allen Anderson Gomes Alves da Silva
25 de outubro de 2010Estava navegando na internet, quando num site de relacionamento vi uma bela menina, onde as atenções foram voltadas, pois alem de soteropolitana, com um perfil que me interessou era belíssima e depois de adiciona-la conversamos em torno de um mês intensamente, ate que chegou o dia de nos vermos pessoalmente, foi reciproco todo o carinho, em uma semana estávamos completamente envolvidos e namorando… a cinco anos Gabrielle Novais Manzoli me faz o homem mais feliz da vida!
